3 Lições da última ficção de C.S. Lewis: “Até que tenhamos rostos”
C. S. Lewis, amplamente conhecido por sua imaginação poderosa e profundidade teológica, considerava Até Que Tenhamos Rostos sua melhor obra de ficção. Publicado em 1956, este romance é uma releitura do mito grego de Cupido e Psiquê — mas sob uma perspectiva surpreendente: a da irmã mais velha e “feia”, Orual. Ao assumir esse ponto […]
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