Por que Nárnia fracassou nos cinemas e como a Netflix quer salvar a saga com Greta Gerwig

Após o sucesso estrondoso de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa em 2005, a primeira franquia cinematográfica de Nárnia desmoronou devido a orçamentos inflacionados, disputas de bastidores e à tentativa desastrosa de forçar um tom sombrio e bélico em Príncipe Caspian, alienando as famílias e ignorando que a obra de C. S. Lewis é episódica e possui elenco rotativo.

Por que Nárnia fracassou nos cinemas e como a Netflix quer salvar a saga com Greta Gerwig Leia mais »

Por que C. S. Lewis não escreveu mais sobre Nárnia? A resposta está em suas cartas

Ao contrário do que muitos imaginam, C. S. Lewis nunca planejou uma saga longa ao escrever O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, descobrindo a continuidade de cada história quase de surpresa até fechar o ciclo com exatos sete livros. A razão pela qual ele nunca escreveu um oitavo volume está documentada em suas próprias cartas.

Por que C. S. Lewis não escreveu mais sobre Nárnia? A resposta está em suas cartas Leia mais »

O pecado que ninguém admite ter: a anatomia do orgulho segundo C. S. Lewis

Em Cristianismo Puro e Simples, C. S. Lewis classifica o orgulho como o mais corrosivo e invisível dos vícios, já que praticamente ninguém o reconhece em si mesmo. Diferente de pecados como a gula ou a avareza, que possuem objetos concretos, o orgulho é puramente relacional: ele não tem prazer em possuir algo, mas em ter mais do que o próximo.

O pecado que ninguém admite ter: a anatomia do orgulho segundo C. S. Lewis Leia mais »

Se a moral é relativa, com que direito condenamos os nazistas? O argumento de C. S. Lewis

Se o certo e o errado fossem meras convenções sociais ou preferências subjectivas, a humanidade perderia qualquer autoridade moral para condenar os crimes do regime nazi ou legitimar os Julgamentos de Nuremberg. Ao afastar explicações puramente biológicas ou culturais, Lewis argumenta que este padrão objetivo aponta necessariamente para um Legislador superior.

Se a moral é relativa, com que direito condenamos os nazistas? O argumento de C. S. Lewis Leia mais »

Não, Lewis não estava criticando o ‘cristão gente boa’ em A Abolição do Homem

Nas redes sociais, tornou-se comum recrutar a célebre expressão «homens sem peito», de A Abolição do Homem, para atacar o chamado «cristão gente boa» ou acusar de covardia quem prefere a serenidade e o diálogo à beligerância pública. Trata-se, contudo, de uma distorção completa do pensamento de C. S. Lewis.

Não, Lewis não estava criticando o ‘cristão gente boa’ em A Abolição do Homem Leia mais »

Rolar para cima