O pecado que ninguém admite ter: a anatomia do orgulho segundo C. S. Lewis

Em Cristianismo Puro e Simples, C. S. Lewis classifica o orgulho como o mais corrosivo e invisível dos vícios, já que praticamente ninguém o reconhece em si mesmo. Diferente de pecados como a gula ou a avareza, que possuem objetos concretos, o orgulho é puramente relacional: ele não tem prazer em possuir algo, mas em ter mais do que o próximo.

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Se a moral é relativa, com que direito condenamos os nazistas? O argumento de C. S. Lewis

Se o certo e o errado fossem meras convenções sociais ou preferências subjectivas, a humanidade perderia qualquer autoridade moral para condenar os crimes do regime nazi ou legitimar os Julgamentos de Nuremberg. Ao afastar explicações puramente biológicas ou culturais, Lewis argumenta que este padrão objetivo aponta necessariamente para um Legislador superior.

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C. S. Lewis acreditava na existência de Lilith, a ‘primeira esposa’ de Adão?

No capítulo 8 de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, na toca dos Castores, o Sr. Castor conta às crianças algo que soa estranho aos ouvidos de um leitor cristão: a Feiticeira Branca não é humana. De um lado, ela descende de Lilith, a quem o Sr. Castor identifica como a primeira esposa de

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O que C. S. Lewis pensava sobre alienígenas?

Clive Staples Lewis não era apenas o criador das terras mágicas de Nárnia ou o apologeta cristão de “Cristianismo Puro e Simples“. Em uma era marcada pela corrida espacial e por descobertas científicas que desafiavam visões de mundo tradicionais, Lewis embarcou em uma jornada intelectual ainda mais ambiciosa: explorar como a fé cristã poderia coexistir

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