O pecado que ninguém admite ter: a anatomia do orgulho segundo C. S. Lewis
Em Cristianismo Puro e Simples, C. S. Lewis classifica o orgulho como o mais corrosivo e invisível dos vícios, já que praticamente ninguém o reconhece em si mesmo. Diferente de pecados como a gula ou a avareza, que possuem objetos concretos, o orgulho é puramente relacional: ele não tem prazer em possuir algo, mas em ter mais do que o próximo.
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